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O desporto brasileiro está passando por importantes transformações que aumentam a exigência por uma maior profissionalização. A legislação mais robusta desafia as confederações a se modernizar e, para incentivar ainda mais esse processo, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) criou o Programa Gestão, Ética e Transparência (GET). Nesse cenário, o investimento em sistema de gestão esportiva, como o desenvolvido pela Bigmidia, é estratégico para que entidades e atletas continuem a melhorar os seus resultados gerenciais e esportivos.

Em outubro de 2009, a cidade do Rio de Janeiro foi anunciada como a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Desde então, foram implementadas uma série de iniciativas com o intuito de melhorar a gestão das entidades e, consequentemente, o suporte aos atletas.

A legislação do segmento também evoluiu, especialmente com a Lei n.º 13.019/2014 e com as portarias 424/2016, 115/2018 e 424/2020. Essas mudanças dividiram as personalidades jurídicas das entidades e as obrigaram a desenvolverem relatórios de gestão, planos de trabalhos e gestão de projetos, estabeleceram critérios para contratação de serviços e para a prestação de contas, além de abrir a possibilidade da contratação de consultorias, entre outros.

Após as Olimpíadas de 2016, o COB decidiu seguir fomentando a melhoria gerencial e, em 2017, criou o GET. Segundo o diretor-geral do COB, Rogério Sampaio, o objetivo do programa é trazer a maturidade de gestão para as confederações.

Créditos da foto: Divulgação/COP

O GET detalhou de forma mais simples a legislação e trouxe procedimentos, intensificando o movimento das entidades no sentido de instituir conselhos e decisões colegiadas, ouvidorias, eleições separadas para conselhos fiscais, planejamento estratégico e a transparência.

É justamente nessas demandas que o Sistema de Gestão Esportiva (SGE), desenvolvido pela Bigmidia, contribui para as confederações. A ferramenta melhora a eficiência e segurança dos processos, contribuindo para os indicadores de compliance.

As soluções também viabilizam procedimentos online e dão mais transparência às assembleias e eleições de conselhos, comissões e do corpo diretivo. “A nossa proposta é ser um sistema de gestão esportiva, com soluções bem personalizadas para as entidades”, ressalta o sócio da Bigmidia Zac Zappellini.

Com as novas regulamentações, o segmento esportivo está passando por uma seleção natural, segundo a diretora da Executiva Consultoria, Juliana Moura. A gestora de projetos afirma que as confederações que estão investindo em gestão e em tecnologia têm tido crescimento exponencial.  

“As entidades precisam de processos estruturados e de um sistema que contemple todas as etapas dos projetos, do início ao fim, inclusive com gestão de dados, pois a lei determina a guarda de documentos por um prazo de dez anos. A entidade que não implementar um sistema não vai dar conta das exigências”, ressalta Juliana Moura.

Investir em gestão esportiva gera resultados

Neste ano de 2021, o Comitê Olímpico do Brasil deve repassar às confederações cerca de R$ 150 milhões, com aportes adicionais de R$ 30 milhões por meio do Programa de Preparação Olímpica (PPO) e de mais R$ 12 milhões para o Programa de Desenvolvimento das Categorias de Base. No total, a verba do COB reservada às confederações é de R$ 192 milhões. Esse montante é mais que o dobro dos R$ 93,2 milhões que foram destinados em 2017, ano em que foi criado o GET.

Os valores repassados a cada confederação são definidos a partir de 12 itens, que levam em conta os resultados esportivos entre as modalidades e outros dois quesitos, que são a nota no GET e a prestação de contas. Para esses dois itens, são reservados 15% dos recursos. “Foi uma maneira de incentivar as confederações”, ressalta o diretor-geral do COB, Rogério Sampaio.

As entidades precisam enviar as prestações de contas por meio digital ao COB. Assim, é fundamental ter um sistema completo de gestão para os documentos e comprovantes fiscais. “Com o software da Bigmidia, conseguimos organizar o nosso fluxo de caixa e ter uma análise financeira muito mais eficaz. Sabemos quais clubes e atletas estão em situação regular com a entidade”, relata o CEO da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), Leonardo Maiola.

A melhoria nos processos também é percebida por Juliana Moura. A consultora relata que entidades que já possuem um sistema de gestão esportiva conseguem disponibilizar um determinado documento necessário a um projeto em cerca de trinta minutos. Já aquelas que não têm um software demoram de três a quatro dias, muitas vezes entregando um documento escaneado com legibilidade ruim.

A rapidez nesses pequenos procedimentos reflete diretamente nos resultados de grandes projetos. Para as entidades que não têm um sistema de gestão, um procedimento para certificação 18 e 18-A pode demandar mais de quatro meses. Já para as que investiram em tecnologia é possível finalizar o mesmo processo em menos de um mês e meio.

“Eu já prestei consultoria para uma das confederações que utilizam o software da Bigmidia e foi tudo muito rápido. Foi uma experiência excelente e a coloco como uma entidade de alto desempenho. As confederações precisam investir em sistemas e em bons gestores, para que todos possamos crescer juntos”, complementa Juliana Moura.

Análise de dados no desempenho de atletas

Com tarefas automatizadas, os dirigentes esportivos conseguem destinar mais tempo e recursos para o objetivo principal das confederações, que é o desenvolvimento da modalidade e dos atletas. Essa área também é contemplada pelo Sistema de Gestão Esportiva da Bigmidia.

Por meio do sistema de inteligência de negócio (Business Intelligence, no termo em inglês), o software possibilita a coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que são fundamentais para a tomada de decisão dos gestores.

Estamos em constante processo de melhoria e a gestão é diretamente impactada pela tecnologia. Por isso, é importante a nossa parceria com a Bigmidia. É preciso mapear todos os nossos atletas para sabermos onde estão os que têm grande potencial. Os sistemas de tecnologia vêm em prol de um avanço geral da nossa modalidade”, complementa Leonardo Maiola.

Uma das experiências de mais sucesso da aplicação do Business Intelligence no esporte brasileiro é o da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (Clique aqui e saiba mais). Por meio da parceria com a Bigmidia, um amplo banco de dados foi montado com o desempenho dos atletas, como tempos em cada prova disputada, medalhas, melhores marcas, entre outros.

“Tudo pode ser estratificado e analisado pela equipe técnica com o objetivo de aprimorar os treinamentos. Essa tecnologia é aplicável a qualquer esporte. Com o nível cada vez mais elevado, os detalhes na preparação do atleta podem fazer a diferença no resultado das competições. Portanto, informação é primordial”, destaca o sócio da Bigmidia Daniel Alves de Carvalho.

Confederações precisam se adequar aos critérios do GET

O Programa Gestão, Ética e Transparência (GET) do Comitê Olímpico do Brasil (COB) é um grande avanço e está em constante aprimoramento.  Por meio de uma plataforma online, as confederações precisam responder perguntas que contemplam os temas governança, estratégia, transparência, compliance e processos e suporte.

A partir das respostas e das evidências, um software gera as notas de cada entidade. Além disso, as instituições também são categorizadas conforme o seu porte e volume de repasses entre cinco níveis de maturidade: inicial, conhecido, padronizado, gerenciado e otimizado. Para este ano, o GET vai contemplar novos temas, como a prevenção e educação ao doping e a área de gestão esportiva, além da parte de compliance que ficará mais completa. “O GET ficou mais robusto, mas também mais simples”, afirma o diretor-geral do COB, Rogério Sampaio.

O Sistema de Gestão Esportiva da Bigmidia tem soluções para ajudar de forma muito direta as entidades no cumprimento dos requisitos do GET. Na parte de ouvidoria, o software permite a geração de protocolos para que os interessados possam acompanhar o trâmite da demanda e cobrar retornos. Temos ainda uma área para controle de dopagem e Justiça Desportiva, entre outras funcionalidades”, reforça Daniel Alves de Carvalho.

Ficou em primeiro lugar geral no GET

Com a criação do GET, as confederações começaram a perceber a necessidade de implementar diversas mudanças em seus processos. Em 2018, a Confederação Brasileira de Canoagem entrou para o GET e obteve nota na casa de 7, passando em 2019 para 9,8 e, em 2020, garantiu o primeiro lugar sendo avaliada com nota 10.

Com as diretrizes do programa, a Confederação estruturou planejamento estratégico com aperfeiçoamento contínuo e que tem como chave do sucesso o engajamento de todos os stakeholders.

“Ao longo dos próximos anos, todos os processos vão estar muito mais regulamentado e bem descritos. Além a melhoria da transparência, vamos ter um mapeamento muito melhor de todas as nossas informações. Daqui a cinco anos vamos conseguir ter muito mais resultados positivos”, afirma o CEO da Confederação Brasileira de Canoagem, Leonardo Maiola.

Modernize-se e esteja sempre na frente

O SGE da Bigmidia é uma ferramenta completa para as confederações e demais entidades desportivas. Com mais de 13 anos de experiência, temos uma equipe qualificada para entender os seus processos e automatizá-los de forma eficiente e eficaz.

Entre em contato agora pelo telefone (31) 3789-2322, pelo e-mail [email protected] ou clique aqui e acesse o nosso formulário. Estamos prontos para tirar todas as suas dúvidas. Investir em tecnologia é investir em resultados e conquistas!